Hospital Jarinu

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O Hospital Jarinu foi projetado dentro dos mais rígidos e modernos padrões arquitetônicos a fim de trazer maior conforto e qualidade aos nossos pacientes e colaboradores.

gravidezJPGO período de gestação é mesmo uma delícia, mas é importante que você saiba muito bem oque está por vir para não se surpreender. Para isso, nossos ginecologistas e obstetras, listou as dores mais comuns durante a gravidez.

Dor nos seios

Esse incômodo é comum, principalmente nas primeiras semanas de gestação. Nessa fase, as mamas aumentam de volume, já estão se preparando para a amamentação. “Nem todas as grávidas se queixam disso. Para algumas, isso chega a ser imperceptível”, diz a especialista.

Além do tamanho, as mamas ainda sofrem outras alterações, não dolorosas, porém visíveis, como o escurecimento do mamilo e da auréola e o aumento da vascularização local.

Dor pélvica

Bastante comum, ela acontece por causa do crescimento e do enrijecimento do útero na gestação. Essa dor tem intensidade e localização variável de acordo com o período da gravidez. Aumenta principalmente quando o bebê inicia a descida da parte superior para a parte inferior da bacia.

Dor lombar

O incômodo é consequência do peso da barriga conforme a gestação avança. Para sustentar o corpo, é natural que a mulher mude seu eixo, projete o tórax para frente e afaste as pernas.

Dor na virilha e na raiz da coxa

Essas dores aparecem geralmente por volta da 26ª semana e ocorre porque, nessa fase, o feto, o líquido amniótico e a placenta já somam um peso considerável sobre a pelve. Essa sobrecarga comprime os músculos e com eles vasos e nervos. Na medida em que a gestação avança, portanto, o incômodo tende a aumentar. Após a 34ª semana, o peso fica ainda maior. Nessa fase, os bebês chegam a ganhar 300 g a cada sete dias.

Como aliviar o problema? Com bastante repouso.! Vale lançar mão também de alguns tipos específicos de cinta para gestantes. Nos casos mais intensos, o médico pode prescrever analgésicos.

Dor de cabeça

O crescente inchaço, acúmulo de líquidos que afeta o todo o corpo, pode fazer com que a gestante fique mais predisposta a ter, por exemplo, a sinusite e, consequentemente, uma dor de cabeça. A cefaléia pode ocorrer também nas primeiras semanas após a concepção devido à fase de adaptação hormonal e, sobretudo, nas mulheres com histórico de cefaleias frequentes e enxaquec. Ainda assim, fica um sinal de alerta: se for permanente e muito intensa, a dor deve ser pesquisada para se certificar de que não há nenhuma alteração mais grave.

Cólicas

As cólicas são normais e estão presentes em todos os momentos da gravidez. Numa primeira fase, ela está ligada ao crescimento do útero e depois às contrações. Mas não se esqueça de sempre relatá-las ao médico. São um sinal de alarme cólicas intensas em demasia e acompanhadas de sangramento vaginal.

Vale lembrar que, dependendo do tempo de gravidez, as cólicas podem sinalizar que está chegando a hora de o bebê nascer.

Dor nas articulações

As dores articulares estão associadas ao acúmulo de líquido nas articulações, comum nessa fase. E isso causa dor porque deixa alguns nervos comprimidos, além de prejudicar a mobilidade dos dedos.

Dores nas pernas

A gravidez sobrecarrega o corpo da mulher e, principalmente, seu sistema cardiovascular. E é ai que surgem os inchaços e as dores nas pernas. “A circulação fica mais lenta”, explica a obstetra.

No calor, o inchaço fica mais evidente e o repouso traz um grande benefício. O que ajuda nessa fase: prática de uma atividade física, como a caminhada, o uso de meias elásticas de suave a média compressão, fisioterapia e drenagem linfática.

A ingestão de líquidos estimula o funcionamento dos rins e isso também colabora para a redução do inchaço.

Dores de estômago

Pense que na gestação, a cada dia que o bebê cresce, sobra menos espaço dentro de você. Por isso, é tão comum aquela sensação de estômago apertado. Nessa fase, também o sistema digestivo fica mais lento e assim a futura mamãe se sente cheia com uma quantidade menor de alimentos. A consequência são a azia e o refluxo. Para evitar isso, os médicos recomendam que a gestante coma pequenas quantidades em curtos intervalos de tempo.

obesidade JPGA obesidade infantil pode ser um problema muito maior do que pais imaginam. Para os pediatras, a criança a cima do peso representa um adulto a cima do peso, com problemas de hipertensão, diabetes, colesterol e cardíacos.

Por isso, é muito importante que os pais fiquem de olho no desenvolvimento de seus filhos. Muitos pediatras, alertam que os primeiros sinais da obesidade geralmente são observados pelo próprios pediatras, dai a importância de levar seu filho sempre. “Como as crianças devem visitar periodicamente o seu médico, é ele quem vai notar a velocidade de ganho de peso da criança. Isso significa que ela está ganhando mais peso do que crescendo”.

Os pais também podem notar o inicio de um quadro de obesidade quando a criança começa a se sentir cansada muito rapidamente. “Quando com o mínimo esforço físico a criança já começa a apresentar respiração ofegante e sinais de cansaço, pode ser um sinal de sobrepeso. Observe se, em um parque, por exemplo, todas as crianças estão correndo e seu filho está sentadinho”.

Caso a obesidade seja constatada, os pais devem conversar com seus filhos, explicando os malefícios que o problema causa. “É importante que a criança saiba que sendo gordinho ele será o último a ser escolhido para o futebol e que a saúde dele pode ser prejudicada”. Mas cuidado para não ser maçante com o assunto. “Falar muito sobre o tema pode gerar um quadro de anorexia”.

O problema de sobrepeso na infância pode ter influência genética ou ser desencadeado por problemas psicológicos, como ansiedade e depressão, na grande maioria das vezes, a obesidade é desencadeada pelos exageros dos pais. “Para agradar aos filhos, alguns pais dão doces e fast food para as crianças. No caso de pais separados, isso é ainda mais grave, já que tanto o pai quanto a mãe usam esse recurso, desbalanceado a alimentação do filho”.

Para tratar a obesidade, é importante que os pais reeduquem a alimentação da criança. Prato bom é prato colorido, com carboidrato, verdura, legumes e proteína. Não tem problema que a criança coma pouco, desde que coma de tudo.

Para sobremesa: frutas! As besteiras podem ser liberadas nos finais de semana, mas sem exageros. É ideal que a criança tenha um acompanhamento médico e que os pais obedeçam ao pediatra. Seguir a ordem da alimentação passada pelo especialista é o primeiro passo para que a criança obesa chegue ao peso ideal.

Os pediatras também sugerem o uso do lúdico como instrumento para combater a obesidade. Os pais podem dizer: ‘Olha, a Branca de Neve não come chocolate’, por exemplo.

Além dos pais, todo mundo que está ao redor da criança precisa ter consciência da importância da alimentação balanceada para ela. Avós, babás, ajudantes, tios e professores. Não adianta os pais tomarem conta da alimentação da criança se quando ela sai de perto deles o cenário é outro.

febre amarela JPGO número de casos confirmados da doença no Brasil disparou no início do ano – já é o maior surto desde o início dos anos 80, segundo dados do Ministério da Saúde. Consequentemente, a procura por vacinação aumentou muito, gerando desabastecimento em algumas cidades.

O que é a febre amarela?

Uma doença infecciosa transmitida pela picada de mosquitos contaminados. Não existe transmissão de pessoa para pessoa.

Existem quantos tipos de febre amarela?

Dois: silvestre e urbano. O silvestre ocorre em áreas rurais e de mata por meio de um ciclo que envolve macacos e mosquitos, sendo o homem um hospedeiro acidental. Já o urbano, o homem é o único hospedeiro e a transmissão é feita exclusivamente pelo Aedes aegypti (mosquito vetor de outras doenças como dengue, chikungunya e zika vírus).

Quais são os sintomas?

Inicialmente, o paciente tem febre, dor de cabeça e no corpo, cansaço, falta de apetite, náuseas e vômitos. É importante ressaltar que não é necessário acumular todos os sintomas. Já nas formas graves podem ocorrer coloração amarelada na pele, hemorragias e insuficiência renal.

Qual é o ciclo da doença?

O período de incubação varia em média entre 3 e 6 dias e o vírus fica no corpo humano por no máximo 7 dias. Os sintomas só aparecem de um a dois dias após a incubação.

Como prevenir?

A vacina é a principal forma de prevenção.

A vacina é segura?

A eficácia chega a 90% e é bastante segura. Pode causar reações adversas, como qualquer medicamento, mas casos graves são raros. Dores no corpo, de cabeça e febre podem afetar até 5% dos imunizados.

A vacina dura quanto tempo?

A vacina dura dez anos. Depois disso, uma segunda dose garante a imunização para o resto da vida. A vacina começa a ser efetiva dez dias após a aplicação.

Quem deve se vacinar?

Pessoas que moram ou vão viajar para regiões apontadas pelo Ministério da Saúde, rurais ou de mata dentro das áreas de risco.

Grávidas podem tomar a vacina?

Não. A vacina é feita com vírus vivo atenuado e é contraindicada tanto na gravidez quanto durante a amamentação. Se a mulher tiver se imunizado após o nascimento do bebê, ela precisa esperar 28 dias para retornar a amamentação, pois o vírus pode ser transmitido pelo leite.

Como as gestantes devem se proteger da febre amarela?

Usando roupas que cubram as áreas expostas, passando repelente na pele e sobre a roupa, além de evitar viajar para as regiões que têm casos da doença.

As crianças devem ser imunizadas quando e quantas vezes?

A vacinação deve ser feita a partir dos 9 meses, mas em situações de surto ou viagens para áreas de maior risco, a partir dos 6 meses. O pediatra é o responsável por essa avaliação. Se a criança for vacinada aos 9 meses, ela deverá tomar o reforço aos 4 anos. Se vacinou depois dos 5, a segunda dose precisa ser realizada após 10 anos.

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